O suor

Catastrofes do amanhã
Anuncios vãos do hoje
Não há outra fonte infinita
Pros sedentos do poder

Os suspiros constantes
As ignorancias repetidas
Todos estão surdos
E as pontes partidas

Me mudei

Moro agora
Naquela esquina
A que virou
Nao a que viraria
Se ainda estivesse la

E agora?

Com o passar do tempo
Me tornei distante
- De tudo e todos
E já não sei me confundir

teia

encontra-se dentro do profundo e profano sentimento que escorre pelos dedos, na palma das mãos, na língua, toda a pele-canção. rola pelo chão, joga-se ao céu - encosta na lua, sola, queima ao sol -, e volta, segredo emoção quase explosão. no chão de uma emoção até a superfície da razão ão ão ão ão ão ão ão...